Eis que ela começa a pular do berço e eu que achei que a transição fosse ser gradual, acabou tendo que ser "a toque de caixa". Comecei a ficar paranóica achando que ela fosse se esburrachar no chão enquanto arremessava seu corpinho para fora da "jaula".
A tenda protetora (crib tent) não era uma alternativa, já que meu berço é oval e, portanto, nenhuma das tendas disponíveis no mercado servem para ele.
Assim sendo, eu precisava decidir entre transformar o atual berço em mini-cama ou colocar minha filha direto na cama de tamanho normal. Optei pela cama por 3 principais motivos:
1. Evitar a transição de mais uma etapa (mini-cama para cama);
2. eu não precisaria comprar colchão ou qualquer adaptador para transformar o berço em mini-cama, uma vez que já existia uma cama de tamanho normal no quarto dela e, principalmente;
3. eu poderia deitar na cama com ela (só quando ela tá doente, tá?) ao invés de ficar deitada no chão de mão dada com ela na mini-cama.
Decidida a cama, veio a próxima dúvida: colocar ou não a grade protetora? Apesar de um dos lados da cama estar encostado na parede, o outro lado ainda assim, precisaria de algum tipo de "barreira" que impedisse a pequena de cair no chão. Pesquisas na internet, discussões com o marido achamos melhor não colocar aquela proteçao de madeira e apenas fazer uma "barreira" com os inúmeros travesseiros da própria cama. Deu certo.
Próximo desafio: como fazer seu filho ficar na cama.
Pois é, dentro do berço eles estão "enjaulados", mas quando passam para a cama, podem aparecer no seu quarto ou na sala nos momentos menos esperados. Solução: colocar uma grade ou um portãozinho - daqueles que colocamos na porta da cozinha - para que eles não saiam do quarto.
Desta forma, acaba acontecendo o mesmo mecanismo do berço (a criança não tem como sair) e facilita o treino para dormir.
